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Amália Rodrigues (1920-1999)

Amália grelha palavras cruzadas

Rosto de Amália Rodrigues em grelha de Palavras Cruzadas. Uma imagem da «Rainha do Fado» em jeito de Pixel Art.

Para assinalar o Centenário da fadista, aqui ficam 100 dos cerca de 250 elementos alusivos ao tema utilizados nas 23 Palavras Cruzadas dedicadas a Amália Rodrigues (publicadas diariamente entre 1 e 23 de julho de 2020):

  1. Freguesia de Lisboa onde Amália nasceu, por acaso (Pena)
  2. Primeiro apelido usado por Amália (Rebordão)
  3. Mãe de Amália (Lucinda)
  4. Pai de Amália (Albertino)
  5. Terra natal dos pais de Amália (Fundão)
  6. Amália sempre disse que nascera a dia 1
  7. Cuidaram de Amália após o regresso dos pais ao Fundão (avós)
  8. Bairro onde Amália viveu dos seis aos 19 anos, primeiro com os avós e depois com os pais (Alcântara)
  9. O que Amália e a sua irmã Celeste vendiam pelas ruas do cais de Alcântara
  10. Francisco da Cruz, guitarrista amador que Amália conheceu no concurso atrás referido e com quem casou em 1940
  11. Filipe Pinto, foi quem sugeriu a Amália que optasse pelo apelido Rodrigues
  12. Retiro da Severa, onde Amália fez a sua estreia profissional em 1939
  13. Ora vai Tu!,revista no Teatro Maria Vitória onde Amália iniciou a sua carreira de sucesso
  14. Amália inovou ao apresentar-se sistematicamente com um vestido/xaile (negro)
  15. Café Luso, onde Amália cantou com um cachet que atingiu valores nunca antes pagos a um fadista
  16. José Melo, empresário de Amália que a afastou da gravação de discos com o argumento de que afastavam o público das casas de fado
  17. Cidade onde Amália cantou, pela primeira vez fora do país, numa festa do Embaixador português Dr. Pedro Teotónio Pereira, em 1943 (Madrid)
  18. Amália canta pela primeira vez neste país (1944), voltando no ano seguinte para gravar os seus primeiros discos (Brasil)
  19. Natal dos Hospitais, uma das raras aparições de Amália em Portugal a partir de 1950
  20. Coliseu dos Recreios de Lisboa, onde deu o primeiro concerto individual em Portugal (19/4/1985)
  21. Plano Marshall, patrocinador das apresentações de Amália em Berlim, Roma, Trieste, Dublin, Berna e Paris (1950)
  22. Eddie Fisher, é no seu programa que Amália faz a primeira apresentação de um artista português na televisão norte-americana (1953)
  23. «Se de mim, nada consegues»
  24. «Não sei por que me persegues»
  25. «Constantemente na rua»
  26. «Sabes bem que sou casada»
  27. «Que fui sempre dedicada»
  28. «Por capricho ou presunção/Eu tenho marido pobre/Que possui a alma nobre/E é toda a minha paixão»
  29. «Joias ou flores que trouxesses/Não me vendo, nem me dou/Pois já dei tudo o que sou/Com o amor que não conheces»
  30. Cidade do México, onde Amália gravou o documentário Musica de Siempre, com Edith Piaf, e interpreta “Lisboa Antiga”
  31. País onde Amália cantou pela primeira vez em 1970, voltando em 1976, 1986 e 1990 (Japão)
  32. Sala parisiense onde Amália cantou oito vezes, de 1956 a 1989 (Olympia)
  33. Frederico Valério, Amália conhece um dos seus grandes compositores e desta ligação surge, entre outros sucessos, o Fado Ciúme (1942)
  34. Por gostar tanto deles, Amália preferia os teatros por haver mais público e ouvirem-se de outra maneira (palmas)
  35. “A Severa”, peça protagonizadas por Amália e levada à cena por Vasco Morgado, no Teatro Monumental (1955)
  36. António Vilar achou que as sobrancelhas de Amália não encaixavam no cinema e viu negada a oportunidade de entrar no “Pátio das Cantigas”
  37. “Capas negras”, a grande estreia de Amália no cinema (1947)
  38. “Fado, História de uma Cantadeira”, segundo filme que contou com a participação de Amália, realizado por Perdigão Queiroga (1947)
  39. “Vendaval Maravilhoso”, filme protagonizado por Amália, a convite de Leitão de Barros (1949)
  40. “Sangue Toureiro”, Amália protagoniza a primeira longa metragem de ficção portuguesa a cores (1958)
  41. 13. “Fado Corrido”, filme protagonizado por Amália (1964)
  42. “Os Amantes do Tejo”, filme importantíssimo na carreira internacional de Amália no qual interpreta “Barco Negro” e “Solidão” (1955)
  43. “Ilhas Encantadas”, o único filme onde Amália não canta, foi filmado na ilha de Porto Santo e é onde conhece Augusto Cabrita (1965)
  44. Como os mais críticos classificaram o facto de Amália cantar Camões (ousadia)
  45. Como Amália classificou a polémica gerada por cantar Camões (burrice)
  46. Alain Oulman, compositor do disco “Amália Canta Camões”
  47. “Erros Meus”, um dos três temas do disco “Amália Canta Camões”
  48. “O Camões, para mim, é um grande fadista” (in Amália Uma Biografia, de Vitor Pavão dos Santos)
  49. “Dura Memória”, um dos três temas do disco “Amália Canta Camões”
  50. Alexandre O´Neill, autor do poema de “Gaivota”, um dos fados mais cantados por Amália
  51. Alberto Janes, apareceu em Casa de Amália com um fado na algibeira, “Foi Deus”
  52. Luís Macedo, autor de “Asas Fechadas”, “Cais de Outrora” e “Vagamundo” (Busto, 1962)
  53. David Mourão-Ferreira, autor de “Maria Lisboa”, “Madrugada de Alfama”, “Abandono” e “Aves Agoirentas” (Busto)
  54. Manuel Alegre, autor do poema de “Trova do Vento que Passa” (Com Que Voz, 1970)
  55. Carlos Paião, autor da canção inusitada “O Senhor Extraterrestre” (1982)
  56. Pedro Homem de Mello, autor do poema “Fria Claridade”
  57. Ary dos Santos, passava muitos serões em Casa de Amália e escreveu-lhe o poema “Alfama”
  58. Dona Ilda Aleixo, modista pessoal de Amália que concebia os vestidos idealizados pela fadista
  59. Os que Amália usava em palco teriam entre 15 e 17 centímetros de plataforma, de modo a disfarçar o seu 1,58m (sapatos)
  60. Carlos Gonçalves, acompanhou Amália durante cerca de 30 anos – autor dos arranjos para “Lágrima” e “Grito” (1938-2020)
  61. Fontes Rocha, tocou com Amália durante 12 anos e participou no álbum “Com que Voz” (1926-2011)
  62. Luís Ribeiro, foi guitarrista de Amália na década de 1970
  63. Raul Nery, acompanhou Amália no período em que a fadista despontava para a sua carreira de sucesso (1921-2012)
  64. Pinto Varela, fez parte do conjunto de guitarras que acompanhou Amália durante muitos anos (1935-2012)
  65. Joel Pina, o músico (viola-baixo) que mais tempo acompanhou Amália (fez 100 anos este ano, os mesmos que faria a fadista)
  66. “Versos”, livro de poemas de Amália (Amália foi a poetiza que ela própria mais cantou)
  67. Vítor Pavão dos Santos, autor do livro “Amália – Uma Biografia”
  68. O desejo de Amália, fica no n.º 193 da Rua de S. Bento, em Lisboa, onde, durante 44 anos, viveu a grande “Voz de Portugal” (Casa Museu)
  69. Xaile negro, uma das peças que materializa a presença de Amália na Casa
  70. Instituída por testamento em 1997 e fundada a 10 de dezembro de 1999, tem sede na Casa Museu (Fundação)
  71. O papagaio de Amália (Chico)
  72. Herdade do Brejão, o refúgio de Amália
  73. César Seabra, marido de Amália durante 36 anos (adquiriram a propriedade nos anos de 1960 que, durante mais de 10 anos, foi um refúgio de férias para os dois)
  74. Como é conhecido o álbum “Asas Fechadas”, disco de Amália verdadeiramente inovador que mudou a História do Fado, de 1962 (Busto)
  75. “Marchas Populares”, álbum de Amália editado em 1968
  76. “Encontro – Amália & Don Byas”, um disco inovador onde Amália é acompanhada por um saxofone tenor (1973)
  77. “Obsessão”, último álbum de Amália gravado em vida (1990)
  78. “Lágrima”, um dos últimos discos de Amália (1983)
  79. “Cantigas d’Amigos”, disco de Amália que contou com a participação de Ary dos Santos e Natália Correia (1971)
  80. “Amália na Brodway” onde a fadista interpreta sucessos como Who Will Buy, Summertime, The Nearness of You, entre outros
  81. “Gostava de Ser Quem Era”, disco onde Amália canta os seus próprios poemas (1980)
  82. “Amália – Uma Biografia Por Vitor Pavão dos Santos”, com foto/capa de Augusto Cabrita
  83. “Oiça lá ó Senhor Vinho”, Curta-metragem de Augusto Cabrita com Amália Rodrigues cantando o tema de Alberto Janes
  84. “Fado Português”, álbum editado no estrangeiro em 1965 e em Portugal em 1970, com foto de Augusto Cabrita
  85. “Amália/Vinicius”, disco gravado em Casa da fadista, em 1968, com foto de Augusto Cabrita (1970)
  86. “Vou dar de Beber à Dor” a primeira compilação de sigles e EP de Amália (1969)
  87. Admirador ou especialista na obra de Amália Rodrigues – assumido por Ricardo Ribeiro (amaliano)
  88. Aconteciam na Casa de Amália Rodrigues, na Rua de São Bento, entrando pela noite dentro (tertúlias)
  89. “O que se sente quando se sobe as escadas da Casa devido à presença espiritual da diva” – disse Custódio Castelo (arrepio)
  90. “Primavera”, fado com poema de David Mourão-Ferreira e música de Pedro Rodrigues (1954)
  91. “Nem às Paredes Confesso”, fado com poema de Artur Ribeiro e música de Ferrer Trindade (1962)
  92. “Estranha Forma de Vida”, fado com poema de Amália Rodrigues e música de Alfredo Duarte (1964)
  93. “Fado Português”, fado com poema de José Régio e música de Alain Oulman (1965)
  94. “Com que Voz”, fado com poema de Luís De Camões e música de Alain Oulman (1970)
  95. “Uma Casa Portuguesa”, fado com poema de R. Ferreira e música de V. M. Sequeira / A. Fonseca (1953)
  96. “Tudo Isto é Fado”, com poema de Aníbal Nazaré e música de Fernando de Carvalho (1955)
  97. “Cheira a Lisboa”, fado com poema de César de Oliveira e música de Carlos Dias (1972)
  98. “Povo que Lavas no Rio”, fado com poema de Pedro Homem de Mello e música de Joaquim Campos (1963)
  99. “Ai, Mouraria”, fado com poema de Amadeu do Vale e música de Frederico Valério
  100. “Bem-vinda sejas Amália”, título do concerto de comemoração do Centenário da «Rainha do Fado»

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